quinta-feira, 3 de maio de 2012

Hacker que roubou o código fonte do Facebook


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Glenn Mangham, o hacker de York, na Inglaterra, que roubou o código-fonte do Facebook, foi a público com uma profunda explicação sobre como penetrou na rede social mais popular do mundo. Ele postou um longo texto em seu blog, e um vídeo, dizendo que aceita inteira responsabilidade por suas ações e que não pensou nas possíveis conseqüências.
Mangham deu a entender que tinha a intenção de contatar o FB assim que a empresa percebeu suas invasões, já que ele não fez muito esforço para esconder seu serviço. Disse não ter usado servidores proxy porque “assim a audição duraria mais tempo devido ao atraso entre cada requisição feita a um servidor”. Ele também estava esperando que, mesmo sendo pego, o Facebook não o colocaria na prisão, o que não aconteceu.
Glenn foi acusado e confessou ser culpado de três acusações de acesso não autorizado a material de computador e modificação ilegal de dados, de acordo com o jornal “The Press” em York. Foi sentenciado a oito meses de prisão em fevereiro, mas a sentença foi reduzida para quatro meses por um tribunal de apelação no começo deste mês. Ele foi, então, elegível à liberdade, porém sujeito a vigilância eletrônica e restrições à sua utilização da internet.
O jovem usou uma vulnerabilidade para baixar o código-fonte da rede social, sem dúvida a propriedade intelectual mais valorizada e secreta da companhia. Apesar disso, retratou a si mesmo como um pesquisador de segurança que continuou a examinar o Facebook porque queria investigar outros problemas, já que a maioria dos sistemas tem “uma casca grossa e um conteúdo macio”.
Ele tomou providências para prevenir danos aos sistemas da criação de Mark Zuckerberg, embutindo um atraso em scripts que usou para extrair o código-fonte a fim de evitar “o acesso excessivo do servidor e impedir sua disponibilidade”. Após saber que o FB estava atrás dele, Mangham escreveu que entrou em pânico porque sabia o quão ruim tudo isso parecia fora do contexto. Ele afirmou que “quase ninguém” sabia que ele tinha uma cópia do código-fonte do site, e que ele o manteve “fisicamente longe da internet”.
 “Em muitos aspectos, era mais seguro do que o original”, disse no blog. Sua cópia do código poderia certamente ser do interesse de cibercriminosos que tentam usar a rede social para cometer fraudes. Mas ele disse que não tinha intenção de vendê-lo. “Também é bom deixar claro que eu tive o código por aproximadamente três semanas e nada me impedia de fazer cópias e redistribuí-las, era tempo mais do que suficiente para ter causado danos significativos ao Facebook ou para encontrar um comprador caso essa realmente tivesse sido minha intenção, o que claramente não foi”, ele escreveu.
“Se você considerar que a única coisa que estava entre o Facebook e uma potencial aniquilação era minha ética, então eu acho que o fato de estar tudo funcionando normalmente deveria servir como prova de que eu realmente não sou um cara mau”, afirmou.


Facebook acaba de anunciar sua loja de Apps- Primeira Mão





Os Fakes estão invadindo o Facebook assim como o Orkut


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Facebook surte efeito multiplica cadastro de doadores de órgãos

O primeiro dia após o lançamento do novo recurso do Facebook, que permite adicionar a opção de ser um doador de órgãos à Linha do Tempo, foi bastante positivo para instituições que procuram doadores. 
O Donate Life California, por exemplo, teve um aumento de 800% nos cadastros após a liberação da novidade, de acordo com a CNET.

O recurso, anunciado ontem por Mark Zuckerberg, permite que os usuários da rede social informem na timeline que são doadores de órgãos. A rede social, então, facilita a conexão dessas pessoas a quem esteja precisando de transplante.

Para quem não é registrado em nenhum centro de doação de órgãos, a opção também oferece links para organizações na cidade do usuário que façam cadastro de interessados em doar seus órgãos para ajudar pessoas que precisam.



Grande falha causa "Bluekout" deixando Facebook fora do ar

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A maior rede social do mundo foi vítima de sua primeira grande falha em 07 março de 2012, quando registrou um blackout, poucos usuários brasileiros relataram problemas para acessar o site que esteve fora do ar.
 A rede social Facebook, que afirma ter cerca de 850 milhões de membros no mundo, sofreu em uma quarta-feira pela manhã sua primeira avaria de grande amplitude, deixando sem conexão ao mesmo tempo milhares de usuários durante duas horas em muitos países, principalmente europeus.

Mesmo com seus servidores especiais, que são os mais poderosos e eficientes do mundo,incidente afetou tanto o facebook.com quanto os aplicativos para celulares e tablets.
O Facebook não deu detalhes sobre o problema técnico, mas pode se tratar de uma ruptura do vínculo entre os servidores que armazenam os dados pessoais dos usuários e o link facebook.com.
Mas um engenheiro responsável declarou em nota: "Hoje tivemos que enfrentar dificuldades técnicas, que fizeram com que o site ficasse inacessível para uma determinada quantidade de usuários na Europa", indicou um comunicado da empresa.
"O problema foi solucionado e todos devem conseguir ter acesso novamente ao Facebook. Pedimos desculpas pelos inconvenientes causados", acrescentou o comunicado da empresa.
O Facebook reivindica 905 milhões de usuários ativos no mundo, dos quais a metade se conecta ao menos uma vez ao dia.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Instagram passa de 50 milhões após venda para o Facebook

O aplicativo de filtro e publicação de fotos na internet Instagram passou de 50 milhões de usuários, com 5 milhões sendo adicionados a cada semana, segundo o serviço.

O aplicativo para iPhone e Android tinha 40 milhões de usuários no dia 13 de abril e 30 milhões 12 dias antes. O crescimento foi grande se comparado ao começo de 2012, quando o Instagram tinha 15 milhões de usuários inscritos.
De acordo com o site "Mashable", o crescimento do aplicativo se deu por conta do lançamento de uma versão para Android no início de abril, que popularizou o Instagram. Por dois anos, o app era exclusivo apenas do iPhone.

Facebook irá processar dono da boate Facebook no Acre

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Você deve ter ouvido falar na boate Facebook, que foi construída no AC, pois bem depois do grande sucesso - claramente por causa do nome e cores da maior rede social do mundo - mal foi inaugurada e já pode ser interditada. Que me desculpe o dono mas com certeza o sucesso não foi devido a estrutura diferenciada como ele se defende na entrevista a um blog do portal Terra.

'O Facebook pediu ao empresário Humbert Camacho dono da Boate Facebook, no município de Epitaciolândia (AC), a interrupção imediata da utilização indevida da marca e nome empresarial.

A gigante das redes sociais sugere que o dono da boate escolha outra marca e nome empresarial que não se confunda com Facebook nem utilize o mesmo padrão de letras e cores do logo, marcas que são patenteados em todo mundo pela rede social.

Na avaliação dos advogados do Facebook, a escolha do nome para o estabelecimento não se deu por acaso.
- Quando uma marca se torna famosa, terceiros muitas vezes tentam "pegar carona" nesse sucesso, escolhendo marcas iguais ou semelhantes para identificar seus produtos ou serviços. É o chamado "aproveitamento parasitário", bem definido por Yves Saint-Gal – argumenta a defesa do Facebook.
Os advogados do Facebook  afirmam que a empresa não permitirá que tal aproveitamento se concretize e fará o que for preciso para resguardar a integridade de sua marca e a reputação do seu nome, com base nos dispositivos legais.”

Mural de publicações sobre Facebook Maio de 2012

Anunciantes questionam eficiência do Facebook Ads 




















Facebook quer salvar vidas com nova ferramenta



O Facebook anunciou hoje uma nova função na timeline. Quem é doador de órgãos já pode adicionar um novo evento em seu perfil, marcando o dia em que decidiu se tornar um doador. Ao contrário do que acontece no Brasil, nos Estados Unidos é preciso fazer um cadastro para que seus órgãos sejam doados após a morte.

A ação foi feita para incentivar o aumento do numero de pessoas cadastradas. Para adicionar o evento, basta ir até a timeline e selecionar “Life Event” e, no menu “Health & Wellness” marcar a opção “Organ Donor”.
Ali, é possível também marcar o estado em que foi feito o registro e adicionar detalhes a respeito da decisão. Assim como outros dados do Facebook, aqui você também pode determinar se a informação pode ser acessada por qualquer pessoa ou apenas por seus amigos.
Para quem ainda não é doador, o Facebook ainda traz um link para cadastros de cidadãos dos Estados Unidos. Assim, a rede social pretende colaborar efetivamente, incentivando seus usuários a salvar vidas. Usuários brasileiros ainda não são capazes de ver a nova ferramenta e, embora o anúncio tenha sido voltado para o público norte-americano, o Facebook não deixou claro se a nova opção estará disponível em outras partes do mundo


Tecmundo