quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Após prisão, criador da 'Irmã Zuleide' muda foto da personagem

criador da “Irmã Zuleide” apresentou nesta quarta-feira, 30, a nova foto da personagem que virou fenômeno das redes sociais ao fazer o perfil cômico de uma evangélica. Por conta da antiga foto que caracterizava a personagem, o DJ Álvaro Oliveira Rodrigues, de 30 anos, foi preso no último domingo, 27, por constrangimento e difamação, após uma professora de Santos denunciar o uso indevido de sua imagem.
Após ter sido detido enquanto discotecava em uma boate de Santos, o DJ assinou um termo circunstanciado de ocorrência e foi liberado. Nesta quarta-feira, 30, ele deixou os seguidores da personagem curiosos ao anunciar que ela estava fazendo uma cirurgia plástica.
No início da noite, as fotos dos perfis no Facebook e no Twitter foram trocadas por uma ilustração de uma mulher com feições diferentes da professora de Santos. Depois, ele trocou por uma foto de outra mulher. O criador não esclareceu quem seriam a dona da imagem usada. 'Fiquei mais bonita depois da plastica, espero que os desordeiros de satanás não fiquem desejano meu corpo', escreveu na página do Facebook,

Mesmo com a mudança da foto, o DJ ainda deve responder por injúria, constrangimento e difamação. A delegada responsável pelo caso, Edna Pacheco Fernandez Garcia, afirmou que a mulher, dona da imagem, que inspirou a criação do perfil "Irmã Zuleide", estaria sofrendo bullying e passando por tratamento psiquiátrico.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Jovem que morreu no incêndio da boate Kiss fez pedido de socorro pelo Facebook

Em seus últimos momentos de vida, a protética Michele Cardoso fez um apelo por socorro no Facebook quando o incêndio na boate Kiss começou, na madrugada deste domingo. A tragédia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, deixou mais de 230 pessoas mortas.
“Incêndio na KISS socorro”, escreveu Michele.
Em seguida, vários amigos da jovem começaram a perguntar se ela estava bem, mas não houve mais nenhuma atualização de Michele na rede social.
Amiga de Michele, a estudante de pedagogia Nathália Barrios contou que a moça fazia faculdade de odontologia e, há cerca de dois anos, trabalhava na chapelaria da boate Kiss nos fins de semana.

- Estudamos juntas no colégio e nos conhecíamos há cinco anos. Ela era uma pessoa muito alegre, estava sempre de bem com a vida - disse Nathália.
O namorado de Michele Cardoso, João Paulo Pozzobon, também morreu na tragédia da boate Kiss.

Brasileiro conta como é trabalhar no Facebook

Entrevista concedida ao G1 da rede Globo.
Por trás das linhas de código e de novos produtos que saem no Facebook em toda a América Latina está o brasileiro Artur Souza, de 28 anos, o único engenheiro de software da rede social para toda a região.
Natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, ele está no Facebook desde junho de 2012 e trabalha na sede da empresa na capital paulista onde cuida das atividades de sua área em toda América Latina.
"Como aqui no Brasil o time é mais focado em vendas e marketing, eu faço a ponte entre os clientes e parceiros do Facebook aqui na América Latina com os times que estão trabalhando em algum produto, seja anúncio, chat", conta Souza em entrevista ao G1. "Atendo tanto um lado quanto o outro, fico no meio de campo".
Por ser o único engenheiro de software do Facebook para a região, Souza viaja periodicamente para Buenos Aires, Cidade do México e Miami. "Por ser apenas eu, acabo sendo bastante requisitado pelos times", conta.
Souza trabalha ao lado destes parceiros do Facebook para implementar novos produtos, trazendo orientações e soluções técnicas, para que estas companhias usem a rede como plataforma social. Muitas vezes, segundo ele, o próprio Facebook cria um serviço que acaba sendo oferecido para outras empresas e o engenheiro deve colocar as novidades no ar.
"As ferramentas do Facebook são todas globais. Há casos de a ferramenta ser exclusiva de uma região, como no Brasil, apenas para testes para melhorar o produto. Mas podemos criar soluções aqui que podem ser usadas globalmente", afirma.
Vida em Menlo Park
Ao ser contratado, Artur Souza conta que passou seis semanas na sede da rede social em Menlo Park, na Califórnia. O objetivo do "boot camp", como é chamado este período de experiência é, segundo ele, para adquirir melhor a cultura da empresa e ser treinado tecnicamente.
"Mesmo sendo uma empresa global com ações no mercado, o clima e o ritmo do Facebook parece de uma startup. Ninguém tem sala, o espaço é aberto com todos interagindo entre si e a hierarquia é achatada", diz Souza. "Ter a sensação de que você impacta 1 bilhão de pessoas com o seu trabalho é fantástico".
Souza se surpreendeu ao ver que, em apenas dois dias de empresa, já tinha um código seu rodando na plataforma do Facebook. "Nunca vi uma empresa permitir isso".
Os conhecidos "hackathons", maratonas de programação das quais os funcionários do Facebook participam, também foi lembrado pelo brasileiro. "[O evento] reúne as pessoas para passar noite programando projetos pessoais que podem ser usados na empresa no futuro. A Timeline e o Chat do Facebook saíram disso", explica. "Nesses eventos rola todo o tipo de ideia, até refazer o jardim da sede da empresa".
No final do "boot camp", o engenheiro pode escolher para qual área o Facebook ele pode ir trabalhar. No caso de Souza, ele não pode escolher porque a vaga era para trabalhar no Brasil. "Mas se eu pudesse escolher, viria mesmo para cá pois gosto muito do meu trabalho".
Foco nos celulares
Com o aumento do acesso do Facebook por meio de smartphones que, de acordo com pesquisa do "Social Bakers", metade do total dos usuários da rede social usam dispositivos móveis para acessar o site. Souza diz que está de olho nestes usuários.
"A empresa percebeu esta mudança de foco. Há parcerias com operadoras [para acessar o Facebook sem cobrança de uso de dados] e muitos usam o [aplicativo] Messenger. As empresas parceiras ainda estão se adaptando ao mercado 'mobile', muitos estão entrando agora, e tentamos ajudá-los para conseguir os melhores resultados."
Busca social
O engenheiro de software conta que já teve contato com a nova busca social do Facebook, a "Graph Search". A ferramenta permite que os usuários vasculhem os dados de sua lista de amigos para encontrar toda espécie de coisa, de restaurantes a recomendações de filmes, e representa a maior incursão do Facebook nas buscas on-line.
"A busca é o futuro da rede social. Isso terá muito valor para os nossos clientes e queremos liberar isso para o mundo, mas ainda está em testes. Estamos aprendendo com a busca, vendo qual o seu valor", observa Souza.
Integração com games
Jogador do game "Fifa 13", Souza conta que cada vez mais as produtoras usam conexões com o Facebook em seus jogos. Isso permite que amigos na rede social desafiem recordes ou participem de partidas on-line.
"Algumas produtoras fazem muito isso. 'NHL 13', da Electronic Arts, tem opção de convidar o amigo para jogar ao enviar uma mensagem no Facebook. É possível enviar fotos e vídeos do game e creio que veremos este tipo de integração ser cada vez melhor".

Facebook desbanca Google Maps como mais app mais usado

Enquanto na realidade própriamente dita nós somos testemunhas da nova disputa de potências econômicas entre EUA e China, essa confronto é reproduzido na disputa entre Google e Facebook, respectivamente, as potencias mundial da web.

Uma pesquisa da ComScore revelou mais uma vitória para a rede social de Mark Zuckerberg. O aplicativo do Facebook conseguiu desbancar o Google Maps na reta final do ano passado e se tornou o app mais utilizado nos Estados Unidos. A pesquisa levou em consideração aplicativos para Android, iOS e BlackBerry. 

Para conquistar esse feito, no entanto, o aplicativo da rede social contou com o fiasco do Apple Maps. Em setembro, a empresa da maçã lançou o iOS 6 e, com ele, lançou seu próprio aplicativo de mapas nativo no sistema, posto que anteriormente era ocupado pelo Google. 

Isso fez com que o número total de usuários caísse, dando a oportunidade da 'ultrapassagem'. Apenas em dezembro o Google lançou um aplicativo para voltar ao iOS e deverá voltar à briga nos próximos meses.

Assim, o Facebook fechou o ano com 85,5 milhões de usuários em dispositivos móveis em dezembro, enquanto o Google Maps somou apenas 74,6 milhões.

Entretanto, apesar de brigar pela ponta em número de usuários, o Facebook lidera com folga quando o assunto é engajamento, com cerca de 23% do tempo gasto em aplicativos móveis, enquanto todos os aplicativos do Google juntos contaram apenas 10%.


sábado, 26 de janeiro de 2013

Facebook bloqueia novo app de video do Twitter

O Vine, novo app de compartilhamento de vídeos do Twitter, teve uma funcionalidade bloqueada pelo Facebook. Segundo o Mashable, não é mais possível encontrar no aplicativo os amigos presentes no perfil do usuário na rede social.
O recurso do aplicativo, que foi lançado ontem pelo Twitter, tinha como intenção ajudar o usuário a encontrar quais contatos dele no Facebook e no Twitter também estavam utilizando o Vine. No entanto, com o bloqueio da rede social de Mark Zukerberg, só será possível seguir amigos da agenda do smartphone e do serviço de microblogs.
Agora, quando tenta utilizar o recurso, o usuário se depara com uma mensagem de erro, indicando que o app não está autorizado a solicitat acesso ao Facebook. O compartilhamento de vídeos do Vine na rede social também aparenta estar com problemas, como também informa o Mashable.
Em julho do ano passado, o Twitter bloqueou o acesso ao seu API pelo Instagram, pertencente ao Facebook. Dessa forma, usuários da rede social de fotos não conseguiram mais encontrar seguidores que estivessem presentes nos dois serviços. O Instagram, por sua vez, removeu o suporte a tuítes em dezembro, como parte de uma retaliação que parece ter continuado com a nova manobra do Facebook.
Como você acha que deve acabar essa queda de braços das redes sociais, antes tão amigas?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Facebook mostra o poder computacional por trás da Busca Social

A Busca Social, apresentada dia 15 de janeiro, é uma das grandes apostas do Facebook para o ano de 2013. Por isso, a rede social se empenha para explicar como ela funciona para seus usuários. Jason Taylor, diretor de capacidade, engenharia e análises do site, realizou uma apresentação na Califórnia na última semana para mostrar todo o poder computacional por trás do novo serviço.
Para entender a estrutura dos servidores da Busca Social, é preciso compreender todo um cenário no Facebook. Por exemplo, segundo Taylor, o site tem cerca de 320 milhões de fotos, 4.2 bilhões de curtidas e 140 bilhões de novas amizades, seus servidores ficam “quentes” por cerca de 14 a 16 horas por dia.
O tráfego vem todo de Web Clusters, com cerca de 12 mil servidores. Cada rack tem entre 20 e 40 servidores. São 250 usados somente para as páginas web do Facebook, mais 30 de cache, 30 de ads e alguns outros para funções menos importantes. O sistema funciona até muito bem, porém precisaria de mais flexibilidade para um serviço como a Busca Social.
“Queríamos saber se poderíamos fazer mais hardware em termos de serviços e ainda assim oferecer maior funcionalidade nos serviços e menos custo. Pensamos que poderíamos quebrar estas estruturas e fazê-las totalmente independente umas das outras. Por isso, logo se pensou nos Racks Desagregados”, comentou o engenheiro.
As soluções encontradas, então, foram: fazer um servidor com dois processadores, sem disco rígido, com partição flash para boot, sled de memória RAM com 128 GB a 512 GB, armazenamento baseado no design Knox, além de 500 GB a 8 TB de Flash em um sled de Flash. Assim, ao invés de usar uma estrutura enorme para tudo, ele utiliza periféricos menores para cada função.
Para a Busca Social, segundo Taylor, o Facebook vai usar, pelo menos, 20 servidores, oito flash sleds, 2 sleds de RAM e um sled de armazenamento, com um total de 320 núcleos de CPU, 3 TB de RAM e 30 GB de flash. Segundo ele, esta flexibilidade vai ser fundamental para a manutenção e boa qualidade dos serviços.